quinta-feira, 2 de abril de 2009

MÓVEIS DE PAPELÃO:DECORAÇÃO BARATA E CRIATIVA

















Outro dia ouvi o que me pareceu ser mais uma tendência decorativa: investir em móveis que não duram a vida toda. A justificativa era das mais plausíveis. O interlocutor apregoava ser muito mais interessante (e bem menos cansativo) adquirir um sofá ou uma mesa que pudesse ser trocada a médio prazo. Afinal de contas, em tempos de mobilidade máxima, de pessoas mudando de casa, de estado civil e de estilo de vida o tempo todo, nada mais justo. Uma boa idéia pode ser investir em móveis feitos com papelão, o que parece ser outra tendência decorativa do momento. Fora do Brasil, eles já vêm sendo difundidos há um tempinho. Grandes nomes do design e da arquitetura, como o canadense Frank Ghery, já lançaram suas linhas de móveis feitos 100% com papelão. Há ainda os que garantem ser possível bolar seus próprios móveis de papel, como ensina o arquiteto suíço Nicola Enrico Staubli, no site Foldschool O que nos leva a outra tendência: a do ser ecologicamente correto também na hora de decorar nossos próprios domicílios. Por conta disso, a cenógrafa Daniela Thomas vem há algumas edições do São Paulo Fashion Week investindo em peças que podem ser recicladas assim que a semana de moda é encerrada. Na última edição do evento havia instalações e até mobiliário feito de papelão. Algumas das peças foram produzidas pela empresa 100 T, especializada em móveis dessa linha. A proprietária, Daniela Bueno Leite, teve a idéia de fabricar móveis de papelão por aqui depois de se encantar com a mobília de um dos estandes de uma mostra de artes na Espanha. "Fiquei louca com as peças e, de volta ao Brasil, reuni uma equipe para me auxiliar na produção", conta. "Foram muitos testes até chegarmos ao resultado ideal, mas hoje já produzimos mesas, cadeiras e bancos de papelão".
Daniela aponta a leveza e a praticidade das peças como pontos pró-investimento em móveis feitos com esse material. Isso porque você pode guardar cadeiras extras (para dias de festa em casa, por exemplo) dobradas dentro do armário. Na hora, basta montar para garantir lugares a mais para os convidados. A empresária também garante que os móveis de papelão são muito resistentes e, se bem cuidados, podem ter uma vida útil de até três anos: "Só não pode deixar o móvel exposto ao tempo ou em contato com umidade. Se molhar estraga". Outra defensora do mobiliário de papel é a designer Sabrina Arini, da Jaya, empresa especializada em decoração que acaba de lançar uma linha de banquinhos de papelão para adultos e crianças. "Começamos a fazer várias peças inspiradas nessa onda ecológica e os banquinhos são algumas delas", explica Sabrina. A versão para adultos suporta até 80 quilos, e a infantil até 30 quilos - a última ainda vem com desenhos que podem ser pintados pelo dono do "brinquedo". Os próximos projetos a serem lançados pela marca são mesinhas e casinhas de boneca - com estréia programada para a próxima edição da Craft + Design, no segundo semestre deste ano.



FONTE:UOL

DESIGN PARA TODOS



A democratização do design – o bom design, seja de moda ou de decoração – é uma realidade nos países ricos. É fácil listar as redes que vendem roupas assinadas a preços possíveis: Topshop, Uniqlo, H&M e Target são bons exemplos.Por aqui, a coisa caminha a passos lentos – a Melissa tem um currículo estrelado de parcerias, em que aparecem Vivienne Westwood e Zaha Hadid, mas não há muito mais do que isso para noticiar, o que é uma pena. Na seara da casa, a Tok&Stok e a Zêlo já fizeram a sua parte, convidando Alexandre Herchcovitch para criar objetos. Recentemente, a Papaiz convocou Adriana Barra para estampar seus cadeados e maçanetas.A boa e mais recente notícia são as toalhas de plástico produzidas pelo Grupo Cipatex em parceria com a Rosenbaum de Coração. Esta nova marca foi criada pelo arquiteto Marcelo Rosenbaum para figurar nas etiquetas de produtos licenciados pelo escritório, que são especialmente destinados aos públicos C, D e E – ou seja, baratos.As toalhas – aquelas vendidas em rolos, com o avesso flanelado – levam quatro estampas (com variações de cores para cada modelo) e devem ser vendidas do Oiapoque ao Chuí, a partir de maio (por isso ainda não têm preço). Receita de décor pop e nada caro: forrar uma mesa de casa com uma das estampas multicoloridas, que têm referências brasileiras, como arara, palhinha ou folha de palmeira. Quanto à nova etiqueta, os licenciamentos devem continuar – há uma expectativa de ter lançados cerca de 90 novos produtos até 2010.PS: a iniciativa do arquiteto ainda inclui um programa de rádio, com dicas rápidas de decoração. Vai ao ar pela Rádio Globo AM (SP, RJ e BH), de segunda a sexta.
FONTE:CHIC GLÓRIA KALIL

quarta-feira, 1 de abril de 2009

INDUSTRIA DE MÓVEIS DO CEARÁ LANÇA SUA LINHA 2009

É notória a evolução gradativa do nosso pólo moveleiro cearense,que cada vez mais se equipara em qualidade ás tradicionais industrias do Rio Grande do sul e Minas Gerais.











A maior delas,a industria RUAH,lança sua linha 2009,com forte destaque para os móveis de área externa,que apresenta nesse ano uma grande variedade de poltronas,chaises e sofás para varandas e jardins.Destaca-se também a linha de móveis para interiores,em móveis para home theater,livings e salas de jantar.






















CASA COR CEARÁ 2009


FONTE:DIÁRIO DO NORDESTE,22/03/2009
Maior mostra de arquitetura, decoração e paisagismo, a Casa Cor Ceará 2009 irá lembrar o centenário de Roberto Burle Marx. Para isso, escolheu uma residência que ainda hoje preserva os jardins assinados pelo importante paisagista brasileiro, sendo um de seus raros trabalhos remanescentes em Fortaleza. Os projetos de Burle Marx têm como marca a valorização da flora nativa. O imóvel, localizado na Aldeota, pertence ao Grupo J. Macêdo.O tema escolhido deste ano não é por acaso: sustentabilidade para promover harmonia entre o homem e o meio ambiente. Entre os homenageados, Burle Marx e o Grupo J. Macêdo, que completa 70 anos de existência. As obras da 11ª edição da Casa Cor Ceará terão início no mês de julho. A abertura para visitação do público irá acontecer no período de 30 de setembro, prosseguindo até 10 novembro, totalizando 40 dias de mostra.